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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Passa para 9 o número de mortos da rebelião em Pedrinhas

Fonte: Site O Imparcial
A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão revisou os números de mortos e feridos na rebelião ocorrida ontem (09) na Casa de Detenção (Cadet), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Agora já não são 13 e sim 9 mortos. Diminuiu também o número de feridos, passou de 30 para 20

A confusão teria sido motivada devido à da guerra de facções no presídio e do desmonte do bando conhecido como Bonde dos 40, um dos maiores do estado, com a prisão de 16 integrantes nesta semana em ação da polícia em São Luís.

A rebelião começou por volta das 18h30. Por volta de uma hora depois a governadora Roseana Sarney espediu ordem para a tropa de choque entrar no presídio e controlar o motim.

Os presos feridos foram transferidos para o Socorrão II. Há um temor generalizado de que o hospital seja invadido por bandidos que estariam que querem executar um dos pacientes sobreviventes da rebelião.

A situação no presídio já foi controlada. Mas já há informações de a facção Bonde dos 40 está espalhando o terror pela cidade. Por volta das 23h30 de ontem grupos supostamente ligados ao Bonde dos 40 teriam feito arrastão em estabelecimentos comerciais dos bairros Olho D’água e Cohama. Relatos dão conta de que vários ônibus ônibus foram incendiados pelo grupo, deixando a população atônita. A rebelião começou no presídio e se espalhou pela cidade.


Com informações do Imparcial Online e Blog do Luís Pablo

Documento indica quebra de sigilo bancário de gestores suspeitos de envolvimento com agiotagem

Foi divulgada ontem no Blog do Luis Pablo uma lista como nomes de 41 prefeitos e ex-prefeitos suspeitos de envolvimento com crimes de agiotagem no Maranhão  Entre eles novamente aparece o nome do prefeito de Magalhães de Almeida, João Cândido Carvalho Neto. 

Segundo indica o documento, os suspeitos teriam os sigilos bancários quebrados. As contas bancárias das 41 prefeituras nas quais atuaram o gestores e ex-gestores também estariam com sigilos quebrados, conforme mostra um outro documento da mesma investigação.

O documento obtido pelo blogueiro é do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e da Delegacia-Geral de Polícia Civil.

As investigações sobre agiotagem no estado se intensificaram após a morte do jornalista Décio Sá, em abril de 2012. De lá para cá a polícia encontrou indícios de envolvimento com o esquema em várias prefeituras maranhenses.

No último dia 27 de setembro a Polícia Federal deflagrou a operação Cheque em Branco, Foram cumpridos 10 mandados de condução coercitiva nas cidades de São Luís, Serrano do Maranhão, Turilândia, Santa Luzia, Pedro do Rosário, Cajapió, Arari e Paulo Ramos, todos no Maranhão. 

Os investigados foram levados até a Superintendência Regional de Polícia Federal no Maranhão para se submeterem a interrogatórios, acareações e demais procedimentos relativos aos seus indiciamentos. A operação também é fruto das investigações sobre crimes de agiotagem no estado.


Confira a lista abaixo:



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Alunos do ensino médio na zona rural são prejudicados por falta de aula



Desde o ano passado, o Governo do Estado transferiu a gestão do ensino fundamental para o município, ficando com a responsabilidade de cuidar exclusivamente do ensino médio. Aparentemente as coisas vão bem, mas na prática não é o que ocorre. Na sede, as aulas seguem normalmente, mas nas escolas do interior, os chamados anexos, a situação é crítica. Se não bastasse a carência de professor formado em disciplinas fundamentais como matemática, química, física e biologia, o cronograma das aulas está longe de ser cumprido. 

Uma aluna da escola do povoado Entre Ladeiras, a qual não quis ser identificada, fez um levantamento durante o mês de setembro e constatou o que todos já percebem, a quantidade de faltas supera e muito o total de presença dos professores. 

No mês pesquisado, foram 21 dias letivos, o que em tese daria 105 horas/aula. No entanto, só houve aula em apenas 9 dias letivos, contra 12 dias em que faltaram todos os professores. E nesses dias que houve aula, apenas um teve a carga horária cumprida. No restante houve apenas dois ou três horários. 

Do total de 105 hora/aula, teve apenas 39 aulas, o que daria 37% do total. As faltas totalizaram 66, chegando ao absurdo de 63% de ausência dos docentes. A pesquisa também está sendo feita em outubro e pelo que consta a situação está bem pior do que em setembro. Resta saber se os professores (contratados) recebem com desconto ou sem desconto, com atraso ou sem atraso, o que não justifica tanta ausência.

Sobre o conteúdo das aulas, os alunos reclamam porque quando os professores aparecem de imediato já passam trabalhos sem explorar com profundidade o assunto, ou seja, apenas para cumprir com as avaliações.

Se fosse um caso isolado, já seria espantoso, ou melhor, vergonhoso, mas infelizmente é uma situação que se arrasta desde longos anos em algumas escolas do interior em que funcionam o ensino médio. Além da qualidade do ensino já ser questionada, a quantidade de aulas não chega a um semestre letivo, um faz de contas generalizado. No final das contas quem perde são os alunos que são enganados por um pseudo-ensino. O que esperar de um aluno desses no Enem? Providências precisam ser tomadas.